12/24/2020

Novas perspectivas da indústria de energia na visão dos jovens

JESUS, G. P.; SCHIRMBECK, M.M.; CIOCHETTI, L. M.; DA SILVA. A. A. S; SANTOS, R. A.; GALVÃO, B.; SANTOS, F. C. S.; RIBEIRO, G. C.; SOUZA, L. J.; REZENDE, M. V.; SOUZA, A. T. S.; ZANDOMENEGO, R. ORIENTADOR: ABREU JR, ANTONIO. C.

A indústria de energia iniciou o ano de 2020 dando sinais de melhoria para diversos setores, com destaque para o petróleo, o gás natural e renováveis. O crescimento das diferentes áreas poderia auxiliar na alavancagem do tão esperado crescimento econômico, contribuindo, consequentemente, para as transformações necessárias a fim de nos colocar definitivamente na era que se aproxima: a do conhecimento.

Todavia, a velocidade de propagação do novo coronavírus (causador da COVID-19), impôs ao mundo um poderoso freio em seu crescimento econômico e nos colocou na contramão da globalização que até então era cada vez mais acelerada e agressiva no que dizia sobre as relações humanas e produtivas, agravando as dores dos jovens ao passo em que o desenvolvimento era percebido (SANTOS, 2000). No entanto, o atual cenário requer um isolamento social, o que reflete na retração no desenvolvimento do mundo globalizado.

Se a inserção do jovem na indústria energética já era repleta de exigências quanto às experiências, no atual momento, a entrada passa a ter um novo obstáculo: o desafio da retomada econômica após a crise que assola a todo o mundo e que amplifica o grau de incerteza na intrínseca e complexa relação entre os jovens, as empresas e a academia.

Apesar de indicativo, o planejamento da expansão de energia para o próximo decênio 2020-2029, elaborado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Energética (EPE), prevê investimentos da ordem de R$ 2,34 trilhões na indústria de energia neste período (EPE, 2020). Cerca de 75% destes investimentos serão investidos no setor de petróleo & gás, graças às expectativas dos leilões de cessão onerosa, do programa de revitalização da atividade de exploração e produção de petróleo e gás natural em áreas terrestres, o REATE¹, e de um mercado de gás natural aberto, dinâmico e competitivo, prometido pelo programa Novo Mercado de Gás.

Para o setor elétrico, apesar de prever um forte crescimento da participação dos recursos energéticos distribuídos, os RED, que representarão cerca de 17% do consumo em 2029, dos investimentos previstos, da ordem de R$ 456 bilhões, 80% foram direcionados para o planejamento de sua expansão por meio da geração centralizada e do sistema de transmissão (ALÉM DA ENERGIA, 2020).

As energias renováveis mantinham um crescimento, principalmente a energia solar centralizada, que embora represente apenas 1,6% da matriz, foi a fonte mais competitiva nos leilões de energia no Mercado Regulado em 2019 (ABSOLAR, 2020). Já a geração distribuída de energia solar, em janeiro de 2020, atingiu os 2GW de potência instalada. Além disso, vinha-se discutindo sobre a revisão da Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL, que estabelece as condições gerais para o acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica.

Tendo em perspectiva a prosperidade da transformação do setor energético na próxima década, ocorre a necessidade da contratação de mão de obra qualificada e jovem. A visível disparidade entre as exigências, a criticidade do mercado e o perfil demográfico e acadêmico do jovem brasileiro aponta para a dificuldade da renovação na área, que é composta majoritariamente por profissionais de experiência e idade mais elevada.

Mas como falar de futuro sem a inclusão do jovem? Segundo dados do IBGE (2020) 32% da população entre 18 e 24 anos estão desempregadas, ao passo que na faixa de 25 a 39 anos, a taxa chega aos 33%, um percentual expressivo em relação aos jovens, que encontram muitas barreiras diante da necessidade de muitas experiências para a ocupação de alguma vaga no mercado de trabalho. Conforme a pesquisa levantada pela organização de apoio ao público jovem, Plataforma EnergyC (2020), dos 450 inscritos que participaram da seleção do Programa “Jovens de Energia”, metade não havia tido experiência com o mercado. Pessoas entre 18 e 30 anos de idade, localizados majoritariamente nas regiões Sudeste e Nordeste, demandavam habilidades que raramente são ensinadas na academia, tais como: networking, modelos e ferramentas de gestão, tomada de decisão e liderança.

Observou-se que a origem desse problema se encontra na relação entre governo, academia e indústria, ou seja, a dificuldade de integração entre essas instituições limita a criação de oportunidades no âmbito da ciência, tecnologia, inovação e emprego (TECCHIO et al., 2010; ETZKOWITZ et al., 2017). Ao ser entrevistada por uma equipe da EnergyC, Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da FIRJAN (2020), aponta que os principais problemas na complexa relação indústria-academia são os entraves burocráticos inerentes não somente ao fechamento de parcerias de pesquisa e desenvolvimento (P&D) com universidades e empresas, já que diversas instâncias das instituições precisam ser consultadas para a aprovação. No mais, questões sensíveis como propriedade intelectual e transferência de tecnologia, desestimulam parcerias com médias empresas e instituições de ensino.

Outro ponto de vista diz respeito à dificuldade de mapear a demanda das empresas energéticas por soluções e capital intelectual. Por vezes, a entidade não possui ciência dos seus problemas ou tem receio de expor suas fragilidades às universidades brasileiras em função da ampla concorrência (BYLAARDT, 2020).

O mercado de petróleo e gás natural já enfrentava certa instabilidade no período pré-pandemia. No petróleo, os impasses entre por cortes na produção entre russos e sauditas culminarem na queda drástica do preço internacional. Mesmo movimento também pode ser observado em relação ao gás natural, que há tempos vem tendo os preços reduzidos, em grande parte, devido à oferta norte-americana.

No Brasil foi criado em 2019, o Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres¹ (REATE), que se tornou símbolo do otimismo da indústria energética nacional através do desenvolvimento e implantação de uma política nacional que fomenta a produção de campos terrestres de petróleo, gerando emprego e renda também, no entanto, os leilões foram suspensos para o ano de 2020, evidenciando a necessidade de remodelação de políticas nesse âmbito.

Com a chegada da pandemia, muitas adaptações foram necessárias a fim de frear o avanço e mitigar os impactos do novo coronavírus, tais como: necessidade de isolamento, redução das compras presenciais, do uso de transporte e da produção industrial, dentre outras medidas necessárias, que provocaram fortes impactos; desaquecimento de setores produtivos a ponto de causar baixas históricas no preço do barril de petróleo, desinvestimentos, hibernação de campos de petróleo, desemprego e até o encerramento de atividades, contratos e de empresas que agravaram uma recessão econômica. O Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), identificou que a interrupção das atividades petrolíferas em campos terrestres e marítimos - 36 campos segundo dados de 13 de maio de 2020, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) tiveram a hibernação formalmente comunicada, podendo extinguir mais de 5 mil empregos apenas na Bahia, enquanto um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente ao primeiro trimestre de 2020, identificou cerca de 12,9 milhões de pessoas desempregadas.

Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) identificou que haverá uma retração média de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano de 2020 e a economia mundial terá o pior desempenho desde 1929 (PODER 360, 2020). Diante da necessidade de evitar aglomerações, diversas atividades foram transferidas para o ambiente doméstico (home office), intensificando oportunidades virtuais de desenvolvimento e de networking por meio de webinars, lives, mentorias, videoconferências e materiais online disponibilizados por diversas companhias (quer sejam empresas ou instituições de pesquisa).

Além disso, discussões acerca da relação do homem com o meio em que vive inevitavelmente surgem. São ecossistemas se regenerando por conta do isolamento social, a partir da queda nas emissões de poluentes como dióxido de nitrogênio (NO2) e dióxido de carbono (CO2), aumento na geração de resíduos sólidos urbanos e hospitalares e outros fatores que se mostraram latentes o suficiente para não serem ignorados.

À parte de todo o impacto social e econômico causado pelo cenário atual, vê-se aqui a oportunidade de ressignificar a interpretação do valor da natureza e o conceito de reparabilidade dentro da discussão ambiental. O cuidado deve ser tomado no sentido de não adotar essa “regeneração” do meio ambiente como respaldo para continuar agindo da mesma forma como sociedade, e sim se atentar ao que pode ser feito, de modo a projetar os processos produtivos de uma forma mais eficiente, sustentável e equilibrada.

A percepção da linha tênue entre sociedade e meio ambiente precisa ser aprimorada e a situação causada pela pandemia suscita essa discussão em termos de cada indivíduo enxergar seu papel como agente de mudança em termos de consumo, impacto e escolhas. Tem-se aqui outra oportunidade de atuação do jovem, uma vez que ele traz um alinhamento muito forte diante da crescente e constante discussão a respeito da necessidade de mitigação dos impactos ambientais. Rio 92, Protocolo de Kyoto, Política Nacional dos Resíduos Sólidos e acordos ambientais internacionais, como o Acordo de Paris em 2015, aconteceram concomitantemente à educação básica e superior desse cidadão jovem, tornando-o um profissional que traz essa bagagem quase que de modo inerente à sua atuação.

Diante da crise histórica enfrentada no mundo inteiro será preciso de mais esforços e que sejam intensos para a geração de resultados mais efetivos no setor energético. Dados do Fórum Brasileiro de Mudança de Clima elaborado pela COPPE/UFRJ destacam que diante do potencial competitivo de fontes renováveis no Brasil, considerou-se que todas as termelétricas com fonte primária não renovável (exceto nuclear) serão descomissionadas até 2060.

Desta forma, a necessidade da matriz elétrica brasileira se tornar mais renovável é essencial, e já vem mostrando um crescimento significativo ainda que com os desafios da pandemia; já a energia eólica, 8,7% da matriz elétrica brasileira, seguida da biomassa, 8,4% (ABSOLAR, 2020).

O destaque fica com a geração distribuída e centralizada, que juntas chegaram aos 6GW de potência instalada no ano de 2020, tendo uma taxa de crescimento, nos últimos sete anos, de 151% ao ano (ABSOLAR, 2020).

Mesmo na pandemia, a geração distribuída não deixou de surpreender, em janeiro de 2020 estava no patamar dos 2GW de potência instalada e atualmente ultrapassa os 3.4GW de potência instalada, destes, 3.2GW somente de energia solar fotovoltaica.

Nestes últimos sete anos, a geração distribuída chegou a 1GW de potência instalada no Brasil, cresceu mais de 231% ao ano. A matriz elétrica brasileira já é em sua maioria renovável, mas com o desenvolvimento destas novas fontes renováveis e intermitentes, está se tornando cada vez mais diversa (ABSOLAR, 2020).

A desaceleração econômica e o isolamento social têm mostrado ao redor do mundo efeitos significativos e benéficos para o meio ambiente. Aprender com esta “recuperação” pode ser uma oportunidade para que, após a fase pandêmica, possamos ressignificar a interpretação do valor da natureza e o conceito de reparabilidade dentro da discussão ambiental.

Desta forma, enxerga-se que os efeitos da pandemia dentro do setor energético ocorrem em efeito cascata. A queda no consumo de energéticos, pode comprometer a própria extração de petróleo e de gás. Já no setor elétrico, a invocação das cláusulas de força maior pode ocasionar a chamada inadimplência cruzada e fica a questão da moralidade dessa ação frente à sobrevivência de todo um sistema extremamente entrelaçado.

Com a obrigatoriedade de medidas de isolamento social impostas pelas autoridades competentes, surgiu-se um espaço para a adaptação e criação de um novo modelo de atividades para a geração de renda, assim como novas formas de desenvolver os trabalhos, que aumentaram significativamente no modelo home office.

Com o trabalho remoto, muitas empresas obtiveram economia com o novo formato de atividade; como no caso da ANEEL, que após levantamento interno, concluiu que a nova configuração de trabalho aumentou a produtividade dos colaboradores, bem como economizou R$ 15 milhões dos cofres públicos (CANAL ENERGIA, 2020).

Além disso, o mesmo estudo apontou que o teletrabalho deixou de gerar 7,3 toneladas de lixo por mês, se tornando um ponto também importante a se destacar no cenário pós-pandemia, levantando o seguinte questionamento: como as empresas e consumidores irão se comportar em relação ao meio ambiente? (CANAL ENERGIA, 2020).

Quando se trata de meio ambiente e energia, o setor tem sua parcela de contribuição efetiva para a poluição e as mudanças climáticas, devido à grande utilização de materiais poluentes, como os combustíveis fósseis.

Percebe-se, portanto, que diante da crise surge a necessidade não somente de renovação, mas também a da disrupção. Diante da crise histórica vivenciada no mundo é necessária a apresentação de resultados mais efetivos no setor energético para o desenvolvimento de uma matriz energética mais inclusiva e equilibrada.

Ainda que sofra as consequências da pandemia e que a transição energética possa sofrer uma desaceleração, as fontes renováveis se tornarão mais cada vez mais presentes na matriz. Grandes empresas como a Shell, Equinor, Total e a Petrobras já demonstraram interesse em investir no segmento de energias renováveis no país.

O Brasil, inclusive, já tomou algumas medidas de incentivo do uso de energias limpas, como, por exemplo, zerar os impostos de importação de diversos equipamentos de energia solar até o final de 2021. Com a ajuda do governo, as energias solar e eólica podem dobrar sua participação na matriz energética até 2026 na casa dos 18% (JATOBÁ, 2020).

Da mesma forma, com a transição energética em evidência e a modernização do setor, surge a discussão da necessidade da inserção do jovem nesse meio, que pode trazer a agilidade e dinamismo que possui para o transformar de forma inovadora e mais palpável para os consumidores. Destarte, uma visão pós-pandemia para a entrada dos jovens se constitui através de novas formas de capacitação e especialização, tanto técnicas (chamadas hard skills) como competências socioemocionais (soft skills) com o intuito de lidar com diversos cenários incertos, a fim de buscar melhores resultados junto com a segurança energética que o país precisa.

O desenvolvimento de novas (jovens) lideranças é um passo primordial para também promover a interligação entre jovens e o setor energético, tendo sido esse o objetivo da criação da plataforma EnergyC além de conectar e capacitar 15 pessoas a respeito do setor, tendo sido também uma das propostas desenvolver este artigo.

Diante do cenário turbulento atual, ocorre a necessidade de deixar de lado o ritmo contundente de más notícias e aproveitar o momento para redesenhar o futuro. Entender que os jovens de hoje possuem oportunidades de se reinventar não somente dentro do setor, como também aqueles que o fazem.

Oportunidades como os programas da Plataforma EnergyC, ao aproximar o jovem de profissionais com grande experiência e promover sinergia entre gerações, são fundamentais para mostrar que um ecossistema mais diversificado e integrado traz novas perspectivas e oportunidades para o jovem multidisciplinar, contribuindo assim para o desenvolvimento de uma jovem liderança.

As perspectivas, antes da crise do coronavírus, no setor energético, eram muito positivas. Marcos importantes como o Novo Mercado do Gás, o REATE¹ e o Renovabio fizeram com que os jovens que almejavam entrar no mercado tivessem altas expectativas sobre novas oportunidades para 2020. A possibilidade da abertura de vagas em massa e nas mais diversas áreas os deixaram esperançosos.

Porém, os efeitos da pandemia foram significativos e comprometeram a realidade do mercado. No entanto, espera-se que na recuperação econômica, mesmo que lenta e gradual, não seja esquecido o aprendizado dado pela a natureza e nem retirado as perspectivas de futuro do jovem.

REFERÊNCIAS

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO. Publicidade de contratos de compra e venda, 2020. Disponível em: <http://www.anp.gov.br/carregamentocomercializacao-autoprodutor-autoimportadorconsumo-em-refinarias-e-fafens/5477-publicidadede-contratos-de-compra-e-venda> Acesso: 23 jul.2020

ALÉM DA ENERGIA. Recursos energéticos distribuídos devem atingir 17% do consumo, 2020. Disponível em:<https://www.alemdaenergia.com.br/recursosenergeticos-distribuidos-devem-atingir-17-doconsumo-de-energia/> Acessado em: 18 de jul.2020.

ABSOLAR. Infográfico Absolar, 2020. Disponível em: http://www.absolar.org.br/infograficoabsolar.html> Acessado em: 02 ago. 2020.

BYLAARDT, R. Entrevista realizada no dia 23 de junho de 2020. Disponível em: base de dados.

CANAL ENERGIA. Aneel economiza R$ 15 mi e aumenta produtividade com teletrabalho, 2020. Disponível em: <https://canalenergia.com.br/noticias/53137082/aneel-economiza-r-15-mi-e-aumenta-produtividadecom-teletrabalho> Acessado em: 19 jul. 2020.

CRUVINEL, K.A., et. al. Evolução da Engenharia Ambiental no Brasil. V Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental. Belo Horizonte, 2014. Disponível em: <https://www.ibeas.org.br/congresso/Trabalhos2014/XI-028.pdf. Acessado em: 17 jul. 2020.

EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA. Balanço Energético Nacional 2020. Disponível em: https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/balanco-energetico-nacional-2020. Acesso em: 20 jul. 2020

ETZKOWITZ, H. et al. Hélice Tríplice: inovação e empreendedorismo universidade-indústria-governo. Estudos Avançados, v. 31, n. 90, p. 23–48, maio 2017. Disponível em:<https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142017000200023> Acesso em: 16 jul. 2020

COPPE/UFRJ. Brasil Carbono Zero em 2060. Relatório do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima (FBMC) para a Presidência da República. P23, 2018. Disponível em <http://www.centroclima.coppe.ufrj.br/index.php/br/destaque/noticias/179-brasil-carbono-zero-em-2060> Acesso em: 29 jul. 2020

FRAGOSO, K. Entrevista realizada no dia 26 de junho de 2020. Disponível em: base de dados.

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IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - PNAD Contínua. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/9173-pesquisa-nacional-por-amostra-dedomicilios-continua-trimestral.html?edicao=27704&t=destaques>. Acesso em: 9 jul.2020.

JATOBÁ, R. Energia limpa precisa estar no centro da recuperação econômica. Disponível em:< https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rosanajatoba/2020/07/31/energia-limpa-precisa-estar-nocentro-da-recuperacao-economica.htm> Acessado em: 02 ago. 2020.

MME. REATE 2020 e horizonte de exploração, 2020. Disponível em: <mme.gov.br/reate> Acesso em: 04 ago. 2020

NITAHARA, A. Paralisação de campos de petróleo pode gerar demissões. Agência Brasil, Rio de Janeiro, 2020. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2 020-05/paralisacao-de-campos-de-petroleo-podegerar-demissoes>. Acesso: 21 jul. 2020.

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TECCHIO, E. L.; AZEVEDO, P.; TOSTA, H. T. Cooperação Universidade – Segmento Empresarial Dificuldades e Mecanismos Facilitadores do Processo. p. 16, 2010. SANTOS, M. Por uma outra globalização. Do pensamento único à consciência universal. São Paulo. Record, 2000.

¹ O REATE tem como objetivo ampliar a produção de petróleo e gás natural em campos terrestres, estimulando o desenvolvimento regional. A ideia-força consiste na criação de sinergia entre produtores, fornecedores e financiadores (MME, 2019).


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