10/24/2020

MUTUÁ - VITRINE ENERGÉTICA

André Andriw, Gustavo Castro, Kárys Prado, Larissa Souza e Raí Augusto.

INTRODUÇÃO

As etapas anteriores ao projeto serviram de base para a construção da solução em torno da dificuldade de integração entre academia e indústria energética brasileira. Como resposta, a equipe desenvolveu a proposta de negócio Mutuá - Vitrine Energética, uma plataforma digital nas formas de site e redes sociais, com objetivo de captar e integrar projetos científicos, tecnológicos e inovadores.

Assim, desenvolveu-se uma série de processos orientados pela metodologia Minimum Viable Product (MVP) como forma de colher informações acerca da viabilidade do projeto tanto do ponto de vista dos usuários como dos parceiros. A aplicação dos procedimentos visa atender as seguintes metas: a) apresentar o projeto Mutuá - Vitrine Energética e obter avaliação positiva de pelo menos três stakeholders; b) Identificar com os stakeholders demandas do setor energético; c) captar projetos para testar a plataforma e compreender a experiência do usuário.

As atividades de validação do projeto com os stakeholders e segmento de clientes foram estabelecidas para rodar do dia 8 até 19 de junho. Assim, as seções a seguir explicam detalhadamente a metodologia desenvolvida pela equipe para confirmar a solução.

1. Estruturação dos procedimentos internos

A estruturação dos procedimentos internos da Mutuá - Vitrine Energética associam-se a simulação de um site, do qual agrega projetos científicos, tecnológicos e inovadores. Nesse processo, destacam-se dois atores: proponente do projeto e stakeholders. O primeiro diz respeito aos pesquisadores, estudantes de nível técnico ou graduação, como também grupos de pesquisa ligados às universidades e as empresas juniores.

Por outro lado, os stakeholders podem ser empresas/organizações de fomento à pesquisa interessadas no desenvolvimento tecnológico e científico na área da energia. Para validar a eficiência do processo do ponto de vista dos proponentes, a equipe optou pelo desenvolvimento de um formulário no Google Forms orientado para o cadastro dos projetos de cunho científico e tecnológico com interface aos desafios existentes no mercado profissional.

O preenchimento do formulário, planejado para ocorrer de forma sucinta, busca identificar e direcionar os projetos para as diferentes demandas existentes, identificando na academia projetos relevantes que poderão ser apresentados no site. A estrutura, além de sugestões, envolve questões obrigatórias e opcionais, iniciando-se pelo nome e material referente ao projeto, descrição dos membros da equipe e nicho energético de atuação, como óleo e gás, setor elétrico, solar, eólico, entre outros.

Com objetivo de colher detalhes, há ainda o requerimento de pontos-chave sobre o projeto em si, como um resumo para exemplificação da ideia central, o levantamento da problemática, assim como a descrição da possível solução. É essencial ainda que, a partir das principais características, sejam identificados o diferencial de inovação de cada proposta e o planejamento das estruturas de recursos mínimos para a implementação junto ao mercado.

Como forma de maximizar a visibilidade da solução, é sugerido ainda a anexação de um vídeo, com conteúdo de até 2 minutos, exemplificando a ideia central do projeto. O pitch, no caso, é um preenchimento opcional.

2. Apresentação para stakeholders

Para avaliar a viabilidade do projeto serão feitas apresentações para alguns profissionais, eles poderão se posicionar, fazer alguns encaminhamentos e sugestões a respeito do que foi entendido com a relação ao exposto. Nesse sentido, a equipe preparou uma apresentação com duração de vinte minutos na qual considera os diagnósticos das vulnerabilidades e oportunidades da transição energética e como a relação entre Instituições de Ensino e Indústria Energética ocorre principalmente por meio dos investimentos em pesquisa, inovação e desenvolvimento.

Haverá destaque para a delimitação do problema acerca da dificuldade de integração entre universidade e empresas do setor energético. Isso porque tal fenômeno limita a criação de canais de integração1 entre os dois atores, afetando diretamente a eficiência energética do setor no longo prazo.

Além disso, a apresentação visa realçar o plano de negócio da Mutuá - Vitrine Energética. Destacam-se descrições básicas sobre a composição da plataforma, como: a) missão, visão e valores; b) segmento de clientes e parceiros; c) proposta de valor; d) diferenciais e fases de implementação.

Para assistir, convidaremos especialistas no setor energético como forma de coletar feedbacks, dos quais fundamentarão possíveis modificações ou aperfeiçoamento dos processos internos do projeto Mutuá - Vitrine Energética. Dentre esses profissionais podemos destacar: Karine Fragoso, Gerente de Petróleo, Gás e Naval na Firjan, Alberto Rodamilans, especialista em Regulação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), bem como Antônio Celso, gestor sénior no setor elétrico. É importante ressaltar que outros especialistas serão incluídos à medida que novos contatos sejam estabelecidos.

Por fim, conclui-se que, a boa execução do MVP incluirá feedbacks de profissionais do setor e seus direcionamentos resultará em aprimorações do projeto Mutuá - Vitrine Energética de modo que, a integração entre o setor de energia e os jovens seja consolidada com o match e execução dessas iniciativas.

Referências

ENDEAVOR. MVP: o guia prático. Disponível em: https://endeavor.org.br/estrategia-egestao/mvp/ Acesso em: 14 de jun. 2020.

NAV FINDES. Conexão Cindes - Palestra de Tallis Gomes fundador do Easy Taxi. Disponível em: https://endeavor.org.br/estrategia-e-gestao/mvp/ Acesso em: 12 de jun. 2020


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